quinta-feira, 6 de janeiro de 2011



Uma transformação de conceitos aconteceu e um grito foi impedido de ser solto, seria inútil! Esse som, por mais alto que possa ser, parecerá mínimo diante do manifesto mental que me acontece. Sinto-me fatigada de todas essas vidas sem sentido e sem méritos.

Ser bom não é o bastante.

O que quer que se aproxime, eu respiro com fadiga, um ar que necessita de felicidade, aquela que completa e nos dá a fé de confiar no outro e em nós mesmos.

Que fé? Que confiança? Todos pretendem ser algum dia mais fortes, de uma “natureza mais elevada" e muitas vezes no caminho pela busca superior, fechamos as portas da consciência, nos tornamos insensíveis, silenciosos diante de toda desgraça.
Creio que nunca houve na terra tamanha desgraça, mal-estar tão horrível que esse vivenciado todos os dias. Crianças passando fome, pessoas vivendo sob tortura, humilhação e, além disso, animais sendo mortos, sem causa, sem razão, por demasiado terríveis, objetos transmissores de ódio.

A terra tem sido um asilo de hipócritas, de parasitas... Acusam a nossa cultura, mas esquecem que somos nós quem a construiu. Mecha-se e mude-a, melhore-a.

Faço ressaltar esse ponto porque acredito que se os seres humanos derem um basta na matança terão suas mentes reeducadas e serão livres de muitos outros males.

Isto é amor !

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mentes Tolas.

De repente, porém, olhando ao seu redor, ela só enxergava pessoas com a predisposição de ser egoístas e antipáticas, vivendo em uma roda melancólica de infelicidade. A incapacidade de amar e respeitar era nítida, ou pelo menos camuflada. Sabemos que neste mundo cada um deve carregar o seu próprio fardo de erros, mas não há nada melhor do que ter alguém com quem partilhar o castigo da vida.

É bem verdade que nossos dias são repletos de incertezas, ainda assim é inaceitável a forma como as pessoas enxergam e praticam o amor.

Seria um verdadeiro milagre, vermos as pessoas reformularem suas mentes tornando o mundo livre do fingimento e da hipocrisia. Quem sabe assim, existiria de fato respeito, amor e capacidade de ser, sentir, viver e compartilhar do que cada um cultiva dentro de si.